Consultoria em mercado livre de energia · Curitiba/PR

A sua empresa negocia com quase todo fornecedor, menos com o de energia.

Desde janeiro de 2024, toda empresa atendida em alta ou média tensão (Grupo A) pode escolher de quem compra energia, que continua chegando pela mesma rede. A Ilumina lê a sua fatura, mostra em um estudo se a troca compensa e, quando compensa, cuida da migração e acompanha o contrato.

No mercado cativo, o preço da sua energia chega pronto.

Subestação de energia vista através da cerca, com as estruturas metálicas contra o céu âmbar do fim de tarde

Todo mês a fatura de energia chega, o financeiro confere o total e paga. A sua empresa compra da distribuidora local porque esse é o caminho padrão, chamado mercado cativo.

Corredor de uma sala de painéis elétricos de média tensão, com fileiras de cubículos dos dois lados

Tarifa regulada

A ANEEL define o preço de cada distribuidora. Não existe proposta para comparar, nem prazo ou condição para discutir.

Reajuste anual

O índice é homologado pela ANEEL uma vez por ano. A empresa paga o valor novo a partir da data do reajuste.

Bandeira tarifária

Em mês de bandeira amarela ou vermelha, a distribuidora cobra um acréscimo por kWh, que entra na fatura do mês.

O Grupo A tem outro caminho, o mercado livre.

Nele, a empresa compra energia de uma comercializadora, por contrato, com preço, prazo e reajuste definidos antes da assinatura. A bandeira deixa de ser cobrada, mas o custo de geração de energia no país também pesa no preço dos contratos. Para trocar de caminho, a empresa avisa a distribuidora.

O prazo só começa a contar quando a sua empresa avisa.

Para sair do mercado cativo, a empresa avisa a distribuidora por escrito. Pela regra geral, a migração acontece 180 dias depois. Antes do aviso, o estudo lê o contrato e mostra se a troca compensa.

Hoje

No Grupo A, já dá para migrar

A fatura deste mês ainda vem com a tarifa e a bandeira da distribuidora.

Dia do aviso

A carta chega à distribuidora

É a denúncia do contrato. A contagem dos 180 dias começa nesse dia.

180 dias

regra geral entre o aviso e a migração

180 dias depois

A migração acontece

A empresa passa a comprar energia da comercializadora que escolheu.

Cada mês sem enviar o aviso é um mês a mais pagando a tarifa da distribuidora.

O que seis meses de espera representam

Conta mensal de energia

R$ 20.000

Economia estimada por mês

R$ 1.800 a R$ 2.700

Em seis meses de adiamento

R$ 10.800 a R$ 16.200

Exemplo com as premissas do simulador, mais abaixo, só sobre a parcela de energia. O valor real sai do estudo.

O que a Ilumina faz

Antes de falar em troca, a Ilumina faz a conta com a sua fatura.

A Ilumina é uma consultoria independente de Curitiba. Leva empresas do Grupo A do mercado cativo para o mercado livre e cuida da parte técnica, do estudo ao acompanhamento do contrato.

Leitura da fatura

Pela fatura da unidade, a Ilumina diz se a sua empresa pode migrar.

Cotação com comercializadoras

A sua empresa recebe as propostas das comercializadoras lado a lado e escolhe com qual fechar.

Mão com caneta preenchendo um documento impresso sobre uma mesa de madeira

Trâmites com a distribuidora

A Ilumina redige a carta de denúncia do contrato e cuida dos prazos com a distribuidora.

Acompanhamento do contrato

Depois da migração, a Ilumina acompanha a vigência e as obrigações do contrato com a comercializadora.

Por que tudo começa pelo estudo

Mais de 20 anos

de experiência da equipe no setor elétrico

Até novembro de 2025, quem migrava comprando energia incentivada, de fontes como solar e eólica, tinha desconto no uso da rede. A Lei 15.269 acabou com esse desconto para quem opta por migrar desde então, e as contas de economia feitas antes dessa data contavam com ele. Os preços de contrato no mercado livre também subiram entre 2024 e 2026. A troca pode compensar, mas a conta precisa ser feita com as regras de hoje e com o consumo da sua unidade.

A parte da sua empresa

Cinco passos entre a fatura de hoje e a primeira conta no mercado livre

A Ilumina conduz cada passo e avisa quando a sua empresa precisa decidir ou assinar.

1 de 5: Ler a fatura e o contrato

Com uma fatura recente, a Ilumina confirma se a unidade é do Grupo A. Depois confere no contrato com a distribuidora o vencimento, os prazos e as condições.

2 de 5: Fazer o estudo de viabilidade

O estudo compara o custo atual com o custo projetado no mercado livre, com os preços e as regras de hoje, e mostra se a troca compensa no seu caso.

3 de 5: Comparar propostas

A Ilumina reúne propostas de comercializadoras varejistas, habilitadas na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia) para representar consumidores. Compara preço, prazo, reajuste e condições de saída. A escolha é da sua empresa.

4 de 5: Enviar o aviso à distribuidora

A denúncia do contrato sai pronta para a sua empresa assinar. Daí em diante a Ilumina acompanha o prazo, que pela regra geral é de 180 dias.

180 dias, pela regra geral

5 de 5: Migrar e acompanhar

A empresa passa a pagar a energia à comercializadora e o uso da rede à distribuidora. A Ilumina segue conferindo se o contrato está sendo cumprido.

Carta ilustrativa

À distribuidora de energia

Assunto: denúncia do contrato de compra de energia regulada

Comunicamos que esta unidade consumidora, do Grupo A, não renovará o contrato de compra de energia regulada.

A unidade passará a comprar energia no mercado livre, representada por comercializador varejista habilitado na CCEE.

Unidade consumidora
a preencher
Data do aviso
a preencher
Migração prevista
180 dias depois

A Ilumina prepara a carta e acompanha o prazo.

A sua empresa pode migrar?

Três pontos mostram se a empresa pode migrar e se vale a pena. Estão na fatura e no contrato.

Grupo A

A unidade recebe energia em tensão de 2,3 kV ou mais, ou por rede subterrânea. Na fatura, procure o subgrupo (A4, por exemplo), a modalidade horária verde ou azul e a cobrança de demanda em kW.

Conta a partir de R$ 4 mil por mês

A lei não exige valor mínimo. Pela experiência da Ilumina, é a partir daí que o estudo costuma valer a pena.

Aviso à distribuidora

A saída exige aviso por escrito. Pela regra geral, a migração acontece 180 dias depois, e o contrato da unidade diz o resto.

Não sabe o grupo da sua unidade? Peça o estudo e a Ilumina confere.

Setores que a Ilumina atende

O estudo parte do jeito que a sua operação consome energia, e isso muda de um setor para outro.

Fachada de um prédio hospitalar ao anoitecer, com janelas acesas

Saúde

Clínicas e hospitais mantêm climatização e equipamentos ligados o dia inteiro. Consumo alto e constante tende a favorecer contratos de prazo mais longo.

Pivô central de irrigação sobre uma lavoura

Agronegócio

Irrigação, secagem e armazenagem concentram o consumo na safra. O contrato pode ser desenhado para essa sazonalidade.

Geladeiras de supermercado iluminadas, com portas de vidro e produtos nas prateleiras

Varejo e comércio

Supermercados e lojas com refrigeração e iluminação ligadas o tempo todo têm na energia um dos maiores custos da operação.

Prédios residenciais ao anoitecer, com janelas acesas

Condomínios e hotéis

Quando o prédio é atendido no Grupo A, áreas comuns, elevadores, aquecimento e climatização entram numa conta só. No condomínio, ela é dividida por todos.

Prédio de concreto com janelas acesas sob o céu azul

Governo e ONGs

Prédios públicos e entidades do Grupo A também podem contratar no mercado livre, dentro das regras de contratação de cada órgão.

Fábrica com silos e estruturas metálicas iluminadas na hora azul

Indústria

Com processo contínuo e demanda contratada alta, o preço da energia entra direto no custo de cada produto.

A sua empresa depois da migração

Com o contrato, o preço da energia é negociado e vale pelo prazo combinado. A rede segue com a distribuidora.

Comparação entre hoje, no mercado cativo, e depois, no mercado livre, critério por critério

Na prática

Hoje, no cativo

Depois, no mercado livre

Quem vende a energia

Hoje, no cativo

A distribuidora local

Depois, no mercado livre

A comercializadora que você escolhe

Preço da energia

Hoje, no cativo

Tarifa regulada pela ANEEL

Depois, no mercado livre

Negociado em contrato

Prazo e condições

Hoje, no cativo

Iguais para todos

Depois, no mercado livre

Definidos no contrato

Bandeira tarifária

Hoje, no cativo

Cobrada

Depois, no mercado livre

Não se aplica

Quem entrega a energia

Hoje, no cativo

A distribuidora local

Depois, no mercado livre

A distribuidora local, sem mudança

Cobranças por mês

Hoje, no cativo

Uma

Depois, no mercado livre

Duas: energia e uso da rede

Representação na CCEE

Hoje, no cativo

Não existe

Depois, no mercado livre

Feita pela varejista abaixo de 500 kW

Os fios, o medidor e a equipe que atende a sua rua continuam com a distribuidora.

Quanto isso representa na sua conta

Arraste até o valor médio que a sua empresa paga de energia por mês.

Economia estimada por mês: R$ 1.800 a R$ 2.700. Em 12 meses: R$ 21.600 a R$ 32.400.

Premissas desta estimativa

Parcela de energia na fatura

45%

Preço da energia no mercado livre

20% a 30% menor

A estimativa vale para a parcela de energia, e não para a fatura inteira. Uso da rede, demanda e tributos continuam. O valor real depende da tensão, do perfil de consumo e dos preços na data da contratação.

Referência pública: em julho de 2026 a energia no mercado livre custou em média 23% menos que a tarifa de energia das distribuidoras, segundo o boletim da Abraceel.

Milhares de unidades do Grupo A já migraram desde 2024.

A abertura veio por etapas, cada uma com lei ou portaria publicada. A fonte está ao lado de cada data.

1995 a 2023

Só para grandes consumidores

O mercado livre nasce em 1995 para cargas a partir de 10.000 kW. O limite cai por etapas até 500 kW em 2023.

Fonte: Lei 9.074/1995 e Portarias MME 514/2018 e 465/2019

Janeiro de 2024

Vale hoje

Todo o Grupo A pode migrar

Toda empresa atendida em alta ou média tensão passa a escolher de quem compra energia. A portaria que marcou a data é de setembro de 2022.

Fonte: Portaria Normativa MME 50/2022

Novembro de 2025

Vale hoje

A conta muda para quem migra

Desde 25 de novembro de 2025, quando a lei entrou em vigor, quem opta por migrar não recebe mais o desconto no uso da rede ligado à energia incentivada.

Fonte: Lei 15.269/2025

O que aconteceu desde a abertura

26.834

unidades consumidoras migraram em 2024

21.707

unidades consumidoras migraram em 2025

42%

da energia consumida no país em 2025 passou pelo mercado livre

Fonte: CCEE, dados de 2024 e 2025.

Em 2025 migraram menos unidades que em 2024. Entre janeiro de 2024 e março de 2026, o preço dos contratos de quatro anos subiu, segundo matéria reproduzida pela Abraceel em abril de 2026.

Uma consultoria de família, aberta em Curitiba em 2021

A Ilumina é conduzida por Neide e Ruan, mãe e filho, e aproxima empresas e comercializadoras de energia para que quem contrata tenha mais de uma proposta para comparar.

A experiência no setor elétrico vem de antes da empresa: a equipe reúne mais de 20 anos. Quem lê a sua fatura no estudo é quem acompanha a migração e o contrato depois dela.

Ruan

Neide

O que as empresas perguntam antes de migrar

Duas pessoas revisando documentos sobre uma mesa, vistas de cima, só as mãos e os braços

A sua dúvida não está aqui?

Peça o estudo e faça a pergunta no primeiro contato. A Ilumina responde olhando a fatura da sua unidade.

Não muda. A energia continua chegando pela mesma rede, e a manutenção e o atendimento em caso de falta de luz continuam com a distribuidora local. Se o contrato com a comercializadora terminar sem outro no lugar, o fornecimento pode ser suspenso.

Pode acontecer no fim do contrato, por descumprimento dele ou se a comercializadora for desligada da CCEE. Para continuar sendo atendida, a empresa precisa ter outro contrato no lugar. A Ilumina acompanha o contrato depois da migração.

Não. Abaixo de 500 kW, a empresa entra representada por uma varejista, que responde por ela na CCEE (Portaria Normativa MME 50/2022). Com 500 kW ou mais, a adesão é opcional.

Toda comercializadora varejista precisa ser habilitada pela CCEE, e a lista de habilitadas é pública, no site da CCEE. Você pode conferir ali qualquer comercializadora que a Ilumina apresentar.

Pela regra geral da ANEEL (REN 1.000/2021), 180 dias entre o aviso à distribuidora e a migração. O primeiro passo é conferir o contrato da sua unidade, e a Ilumina faz essa leitura no estudo.

O preço que vale é o do contrato, pelo prazo contratado. Por isso a Ilumina compara preço, prazo, reajuste e condições de saída de cada proposta antes de qualquer assinatura.

Dá, mas não de imediato. Pela Lei 9.074/1995, a volta ao mercado cativo exige aviso à distribuidora com cinco anos de antecedência, salvo se ela aceitar um prazo menor.

Ainda não. Hoje só o Grupo A pode migrar. O Decreto 13.097/2026 marca 25 de novembro de 2027 para comércio e indústria de baixa tensão, e 25 de novembro de 2028 para os demais.

Nada. O estudo é gratuito e não obriga a sua empresa a contratar.

Peça o estudo de viabilidade e decida com os números da sua unidade.

Preencha os sete campos abaixo. Não precisa anexar a fatura agora.

O que acontece depois

( 1 )

A Ilumina entra em contato pelo telefone informado e pede uma fatura recente.

( 2 )

Você recebe o estudo com o custo de hoje, o custo estimado no mercado livre e a leitura do contrato atual. Se a troca não compensar, ele diz isso.

( 3 )

A decisão de migrar é sua. O estudo não gera compromisso.